quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Por um projeto de Nação...

Troca-se voto qualificado por um projeto de Nação, mesmo usado. Este seria o meu anúncio nos classificados eleitorais, edição 2014.

As últimas pesquisas sinalizam o que já prevíamos aqui. A briga entre Dilma e Marina, secundada pelo cadáver insepulto de Aécio e o moribundo PSDB. A novidade é que, além do pouco promissor e pouco saudável desequilíbrio, com a balança pendendo para um lado só e as escolhas tendendo a se tornar optar por variações de um mesmo tema, outro temor se avizinha.

O anúncio da substituição de Guido Mantega, em um eventual segundo governo Dilma, e a confirmação de André Lara Resende e Eduardo Gianetti como pensadores econômicos de Marina Silva, esclarecem o porque do debate sobre quem seria o(a) melhor gerente para o Brasil. O indicativo é de que iremos mais longe, não apenas a escolha se limitará ao tom na palheta de cores, mas se tornará irrelevante. Não importará mais quem escolheremos para nos governar, já que ele não terá mais essa função, mas apenas a de gerenciar os interesses dos grandes investidores e da cartilha econômica global.

Mais do que discutir qual o candidato menos pior para o país, é hora de discutirmos que Nação queremos ser. Ou abriremos mão de ser cidadãos, e seremos assistentes e subalternos do gerente de plantão?



A reforma política pode ser um começo de mudança:
www.avaaz.org/po/petition/Ao_Congresso_Nacional_Brasileiro_A_Reforma_Politica_ja/?nvEHifb

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